Este artigo tem por objetivo relatar a experiência autoconsciencioterápica
da autora no contexto da paraterapêutica do acerto, vivenciada
no laboratório Serenarium, localizado no Campus Aracê, em
Domingos Martins, Espírito Santo, Brasil. O estudo apresenta casuística
pessoal, destacando o acesso à verpon intermissiva sobre o foco no acerto,
culminando no autodesassédio gesconográfico, além de abordar os
efeitos recinológicos desse processo nas autoprescrições proexológicas
interassistenciais. A partir das vivências e reciclagens intraconscienciais
realizadas, conclui-se ser essencial ao intermissivista o abertismo mentalsomático
e o engajamento nos autorrevisionismos cosmoéticos, com
o intuito de alcançar o compléxis e contribuir para a maxiproéxis grupal.
Conscientiotherapia Ellen Quintela Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
O objetivo deste artigo é estabelecer relações entre a filmografia
e a autoconsciencioterapia, especificamente quanto à repercussão psicossomática,
a partir das cenas, contextos e diversos estímulos sensoriais provocados
pela afinidade com o tema ou personagens do filme assistido. A Filmoconsciencioterapia
mostrou ser técnica esclarecedora de feridas emocionais, favorecendo
o autodesassédio e o autenfrentamento da condição psicossomática.
Conscientiotherapia Ivo Valente, Marília Souza, Bruna Larissa Seibel, Regina Estermann Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09-11)
Este trabalho objetiva descrever o processo autoconsciencioterápico
da apriorismose afetiva envolvendo a suposta desafeição alheia. Seguindo
as etapas do ciclo autoconsciencioterápico, foi realizada autoinvestigação
parassemiológica dos trafares envolvidos nessa condição nosográfica
e mapeamento da autopatopensenidade em situações sociais. Na etapa de autenfrentamento,
foram apresentadas técnicas usadas pela autora, dentre elas
a técnica da ação pelas pequenas coisas, a técnica da evitação do apriorismo
e a técnica a autopredisposição fraternal, além das reflexões decorrentes
de autovivências. Indicadores de autossuperação foram propostos para alcançar
neopatamar afetivo de apriorismo sadio no convívio.
Conscientiotherapia Karine Brito Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
Este artigo relata o processo da autora na identificação do trafar do pessimismo e planejamento para sua superação e alcance de postura otimista. Constatou-se imprescindível o desenvolvimento do otimismo para a conquista da autorrealização proexológica. A escolha e desenvolvimento do tema ocorreu durante o curso Autopesquisa Projeciológica (APP). Através da autopesquisa com a identificação de alguns padrões pensênicos, leitura relacionada ao tema e trabalho energético, foi possível iniciar a atualização do modo de ver o mundo e com isso aumentar a percepção sobre as possibilidades que existem além da limitações de uma postura pessimista frente aos acontecimentos.
Homo Projector Jéssica Fernandes Silva v. 07 n. 02 - JUL/DEZ - 2020 (2020-07)
Entende-se por complexo de vira-latas a inferioridade em que a pessoa se coloca voluntariamente, diante de qualquer contexto ou situação. É uma questão da pessoa não acreditar em si mesma. Em todos os cursos em que participei desde que conheci a Conscienciologia, em 07/2013, o identificava na quase totalidade dos alunos. Decidi aprofundar este tema durante o curso PDPA, que aconteceu no Campus IIPC Saquarema RJ, no período de 12 a 20 de janeiro de 2018.
Homo Projector Halina Sousa v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 1 (2018-07)
O curso Epicentrismo Docente é um dos componentes da matriz interna do IIPC tendo o objetivo de qualificar os voluntários docentes e os que estão em processo de docência. Este artigo pretende expor os resultados obtidos pelo grupo de 4 participantes que concluíram o curso no CEA-RJ, em 2017. Motivadas pela temática que visava o desassédio, a interassistência e a qualificação docente, elas estabeleceram expectativas pessoais. Nas dinâmicas vivenciadas perceberam a necessidade de reeducação pensênica otimizada pelo processo recinológico de cada uma. Através deste artigo compartilham as experiências e os resultados atingidos nos quais houve grande interassistencialidade nas componentes do grupo, identificação de talentos evolutivos e como viabilizar sua aplicabilidade. Este fato reverberou em cada o sentimento de gratidão e retribuição pelo que foi assimilado, aprendido e praticado.
Homo Projector Marilene de Almeida, Malu Rosendo, Simone Souza, Halina Sousa v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 2 (2018-07)
Este artigo apresenta reflexões sobre a pensenidade e a opção pelo autodesassédio através de relatos pessoais transformados no decorrer do Curso para Formação de Professores de Conscienciologia (CFPC), da Reaprendentia, focado na auto-observação e autoexposição cosmoética da autora, objetivando compartilhar resultados e benefícios de uma pensenidade hígida e autodesassediada na condição de docente. Foram apresentadas sugestões profiláticas que podem contribuir com as consciências no processo evolutivo do professor. A autopesquisa favoreceu a qualificação da pensenidade, de forma a eliminar padrões pensênicos patológicos e promoveu o autodesassédio modificando a atmosfera convivencial, afastando assediadores e facilitando a assistência interconsciencial na vida docente de forma mais exemplarista.
Parapedagogia Simone Battistella Zanella ANO 7, NÚMERO 7, OUTUBRO DE 2017 (2017)
O presente artigo traz o relato expositivo da vivência da autora na superação das posturas dogmáticas frente ao parapsiquismo e ao trabalho interassistencial, e a reciclagem intraconsciencial autopromovida com base na Descrenciologia e no paradigma consciencial. Pretende demonstrar como o contexto religioso familiar e as autocrenças estagnantes frente ao parapsiquismo reforçavam as posturas dogmáticas vivenciadas, impedindo o autodesenvolvimento da maturidade parapsíquica. A análise do labcon pessoal e a vivência em experimentos parapsíquicos em cursos de campo bioenergético foram o percurso metodológico da análise apresentada. A recin desencadeada, a opção consciente pelo auto e heterodesassédio, o investimento no autoparapsiquismo, o trabalho assistencial no voluntariado e docência conscienciológicos se constituíram nos propulsores do empreendedorismo recinológico autoimposto, com vistas à evolução pessoal e à retomada da proéxis, com repercussão positiva no grupo evolutivo.
Homo Projector Licínia S. Gonçalves Schneider v. 03 n. 02 - JUL/DEZ – 2016 (2016-07)
Há momentos na trajetória existencial em que a consciência faz a opção pelo autodesassédio e investe esforços pessoais para atingir esta condição. Este artigo apresenta proposta de reciclagem na docência conscienciológica realizada a partir do estudo e aplicação das etapas do Ciclo de Qualificação da Práxis Parapedagógica. Os dados do estudo foram obtidos através da metodologia qualitativa, a coleta de dados foi feita com base na pesquisa bibliográfica, observação participante em todas as etapas docentes e registro das vivências em caderno de campo. Os resultados da pesquisa apontam que as duas etapas iniciais - Conteúdos e Transposição Didática - se bem compreendidas e trabalhadas irão auxiliar na promoção do autodesassédio docente e facilitar a conclusão das próximas etapas do Ciclo, inclusive o rapport com a equipe extrafísica de amparadores de função e qualificar a docência conscienciológica de modo crescente.
Parapedagogia Eliane Bianchi Wojslaw ANO 6, NÚMERO 6, OUTUBRO DE 2016 (2016)
O objetivo do presente trabalho é estimular os interessados em trilhar o caminho da interassistencialidade por intermédio da docência conscienciológica, contudo sentem-se inseguros e desconfortáveis com as imaturidades pessoais, adiando ao máximo essa decisão. Baseia-se em fatos e parafatos experimentados pela autora na persistência do autodestravamento para a promoção da tarefa do esclarecimento. Expõe os gargalos intraconscienciais que precisam ser superados, assim como apresenta reflexões e técnicas conscienciológicas favorecedoras do autodestravamento do agente retrocognitor.
Parapedagogia Lane Galdino ANO 2, NÚMERO 2, OUTUBRO DE 2012 (2012)