Este trabalho objetiva descrever o processo autoconsciencioterápico
da apriorismose afetiva envolvendo a suposta desafeição alheia. Seguindo
as etapas do ciclo autoconsciencioterápico, foi realizada autoinvestigação
parassemiológica dos trafares envolvidos nessa condição nosográfica
e mapeamento da autopatopensenidade em situações sociais. Na etapa de autenfrentamento,
foram apresentadas técnicas usadas pela autora, dentre elas
a técnica da ação pelas pequenas coisas, a técnica da evitação do apriorismo
e a técnica a autopredisposição fraternal, além das reflexões decorrentes
de autovivências. Indicadores de autossuperação foram propostos para alcançar
neopatamar afetivo de apriorismo sadio no convívio.
Conscientiotherapia Karine Brito Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
Este artigo trata da reciclagem da pensenidade autovitimizadora após a participação desta autora como evoluciente da consciencioterapia clínica intensiva realizada na Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC), em Foz do Iguaçu nos anos de 2016, 2017 e 2018. O desenvolvimento do texto foi realizado a partir de registros efetuados durante as sessões de consciencioterapia, das autorreflexões, de revisão bibliográfica sobre o tema e anotações de insights obtidos em cursos e laboratórios conscienciológicos realizados por esta autora ao longo dos últimos três anos. Os resultados desta autopesquisa demonstraram que a consciencioterapia clínica auxilia o evoluciente na identificação da autopensenidade patológica, bem como na sua ressignificação, propulsionando a reciclagem intraconsciencial e o autodesassédio. No caso desta autora, a consciencioterapia clínica auxiliou na identificação da pensenidade autovitimizadora e a consequente reciclagem antivitimizadora.
Conscientiotherapia Gabriela Arantes Gonçalves Ano 8, N. 9, Setembro, 2019 (2019-09)