Este trabalho objetiva descrever o processo autoconsciencioterápico
da apriorismose afetiva envolvendo a suposta desafeição alheia. Seguindo
as etapas do ciclo autoconsciencioterápico, foi realizada autoinvestigação
parassemiológica dos trafares envolvidos nessa condição nosográfica
e mapeamento da autopatopensenidade em situações sociais. Na etapa de autenfrentamento,
foram apresentadas técnicas usadas pela autora, dentre elas
a técnica da ação pelas pequenas coisas, a técnica da evitação do apriorismo
e a técnica a autopredisposição fraternal, além das reflexões decorrentes
de autovivências. Indicadores de autossuperação foram propostos para alcançar
neopatamar afetivo de apriorismo sadio no convívio.
Conscientiotherapia Karine Brito Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
Este trabalho apresenta a autoconsciencioterapia do autor relacionada ao quadro parafisiopatológico característico da Esquivança Afetivo-Interassistencial (EAI). Estabeleceram-se as relações da EAI com a autopensenidade aristocrática (paleopensenidade) e os principais traços que a sustentam, notadamente o orgulho, a apriorismose, o preconceito, o seletivismo, as fantasias de autossuperioridade e idealizações de autossantificação. A metodologia fundamenta-se na abordagem técnica frente às 4 etapas do ciclo autoconsciencioterápico, com foco no uso de suas técnicas. A paraterapêutica consistiu no enfrentamento da autopensenidade aristocrática por meio da vivência teática da revinculação fraterna. Os resultados foram monitorados a partir de indicadores de autossuperação, que apontaram avanços importantes na reciclagem de traços aristocráticos e religiosos. O artigo contribuiu para melhor entendimento da descensão cosmoética pela revinculação fraterna interassistencial enquanto base do processo de autossuperação da condição da EAI e dos principais fatores que a sustentam.
Conscientiotherapia Paulo Abrantes Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)
O presente artigo investiga a importância da atualização autoparadigmática para a assunção de valores intermissivos direcionadores da proéxis. Teve por objetivo demonstrar os elementos presentes na transição autoparadigmática vivenciados pela autora ao identificar resquícios da pensenidade religiosa enquanto retroparadigma. A compreensão do ciclo parapatológico evidenciou que as apriorismoses sustentam as posições anacrônicas dos apegos e contemporizações anticosmoéticas de base religiosa. Os principais meios paraterapêuticos utilizados para quebrar o ciclo parapatológico foram a autoconsciencioterapia, a consciencioterapia clínica com a aplicação de técnicas autoconsciencioterápicas da investigação do mal-estar, ação pelas pequenas coisas, metapensenização e reciclagem pensênica. Considera-se que a autoconsciencioterapia contribuiu significativamente para a autexperimentação, autenfrentamento e reestruturação pensênica necessárias para a construção de neossinapses. Conclui-se que a atualização autoparadigmática ocorre de modo processual, com o aumento gradativo dos percentuais de vivência do paradigma consciencial.
Conscientiotherapia Meire Vieira Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)
Este trabalho apresenta a autoconsciencioterapia do autor relacionada ao quadro parafisiopatológico característico da Esquivança Afetivo-Interassistencial (EAI). Estabeleceram-se as relações da EAI com a autopensenidade aristocrática (paleopensenidade) e os principais traços que a sustentam, notadamente o orgulho, a apriorismose, o preconceito, o seletivismo, as fantasias de autossuperioridade e idealizações de autossantificação. A metodologia fundamenta-se na abordagem técnica frente às 4 etapas do ciclo autoconsciencioterápico, com foco no uso de suas técnicas. A paraterapêutica consistiu no enfrentamento da autopensenidade aristocrática por meio da vivência teática da revinculação fraterna. Os resultados foram monitorados a partir de indicadores de autossuperação, que apontaram avanços importantes na reciclagem de traços aristocráticos e religiosos. O artigo contribuiu para melhor entendimento da descensão cosmoética pela revinculação fraterna interassistencial enquanto base do processo de autossuperação da condição da EAI e dos principais fatores que a sustentam.
Conscientiotherapia Paulo Abrantes Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)