Este artigo apresenta a hipótese de a equipe extrafísica do grupo
Bioenergoterapia possuir raiz parapsíquica de base egípcia. O objetivo da
pesquisa é discorrer sobre essa hipótese. A metodologia utilizada foi leitura
bibliográfica, levantamento de indícios e análise das experiências pessoais,
principalmente aquelas ocorridas no contexto do grupo Bioenergoterapia.
A conclusão é que existem diversos indícios da possibilidade de a equipex
dessa atividade possuir raiz parapsíquica egípcia, porém são necessários
mais autexperimentos para efetivamente comprovar tal relação.
Conscientiotherapia Jéssica Laudares Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
artigo apresenta os resultados heteroconsciencioterápicos da autora,
a partir da identificação do trafar composto da vulnerabilidade consciencial, representado
pela combinação do trafor do abertismo com o trafal do autodiscernimento, resultando
na condição intraconsciencial de fácil sugestionabilidade. A metodologia do trabalho
foi pesquisa bibliográfica sobre o tema e registros do processo pessoal nas assessorias
autoconsciencioterápicas da OIC. A autora estabelece a relação do atributo pessoal do
abertismo com o autoparapsiquismo, concluindo que essa interação sem autodiscernimento
e autoposicionamento é porta de entrada fácil para heterassédios.
Conscientiotherapia Roberta Gomes Sabadini Ano 10, N. 11, Setembro, 2021 (2021-09-11)
O Colloquium Consciencioterápico é atividade de debate desenvolvida pela OIC (Organização Internacional de Consciencioterapia). O artigo procura caracterizar essa atividade, salientando que os debates promovidos podem facilitar o autodesassédio mentalsomático e enfatiza a importância do acolhimento e da impactoterapia na ampliação da autopercepção dos evolucientes. Outro ponto discutido no texto é o epicentrismo exercido pelos consciencioterapeutas na condução desse importante recurso interassistencial.
Conscientiotherapia Ivo Valente Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)
A experiência da consciência fora do corpo humano é um fenômeno natural, relatado desde a antiguidade pelos povos mais primitivos até os mais cultos em diferentes épocas. Encarada como fenômeno místico ou religioso, foi ocultada por longo período da história, voltando aos poucos a ser relatada. Neste momento de expansão do conhecimento, cada vez mais, as plataformas virtuais representam formas de auxiliar o aluno interessado em projeções da consciência a compreender melhor o assunto e a ter as suas experiências. O objetivo geral é mostrar como um curso a distância pode se mostrar efetivo no ganho de autoconfiança parapsíquica de pessoas ao acessarem as ideias da Projeciologia. O presente artigo apresenta os experimentos laboratoriais relativos ao Projeto Fly-in, ocorridos durante a realização das turmas do Curso de Projeciologia a Distância, no ano 2019. Ao longo do curso, os alunos foram instruídos a se projetar e inspecionar 4 objetos-alvo não revelados e um número de 5 dígitos dispostos em uma sala. Após a experiência, deveriam relatar as suas observações. Os resultados da pesquisa indicam várias vivências de fenômenos parapsíquicos entre os alunos, porém, só identificados pela contribuição do grupo. O reforço positivo dos colegas e professores motivam os alunos a continuarem os estudos e seguirem com novas tentativas.
Homo Projector Alessandra Pawelec, Priscila Carvalho v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O entendimento da interassistência é muito importante na evolução consciencial. A projecioterapia é modalidade de interassistência fundamentada na vivência do paradigma consciencial. O objetivo deste trabalho é caracterizar a projecioterapia em relação às indicações para a utilização da técnica projecioterápica no contexto das atividades consciencioterápicas, aos fenômenos parapsíquicos observados e aos efeitos da aplicação da técnica. A metodologia é fundamentada na vivência direta do pesquisador em quase duas décadas de trabalho ininterrupto na dupla condição de consciencioterapeuta e de evoluciente nas mais diferentes modalidades de assistência consciencioterápica e projecioterápica. O trabalho enumera diversos aspectos da projecioterapia em relação às indicações, fenômenos e efeitos. Chega-se à conclusão de que a projecioterapia é diferencial importante das atividades consciencioterápicas na ampliação da autoconsciencialidade.
Homo Projector Ivo Valente v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
Este artigo traz a vivência da autora, projetora espontânea precoce, ao se perceber vivendo em momento de recesso projetivo. Relata a circunstância da descoberta da interrupção das experiências extrafísicas, os possíveis fatores desencadeantes e apresenta sugestões para superá-los. Trata-se de pesquisa em fase inicial, bem como a implementação de rotinas para alcançar a meta principal, a projeção lúcida da consciência, valor importante para a pesquisadora. Objetiva também elucidar e sanar os possíveis fatores que dificultam a projetabilidade lúcida e assim superar o recesso projetivo. Como metodologia utilizou obras referentes ao fenômeno da Projeção Consciente, participação na EPL, Escola de Projeção Lúcida, atuação no GPC Projeciologia, aplicação técnicas energéticas e projetivas, e a técnica de imobilidade física vígil.
Homo Projector Joseane Sartori Vezaro v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O presente artigo tem por objetivo incentivar recuperação de unidades de medidas lucidez (cons) por meio do acesso retromnemônico como ferramenta desencadeadora da expansão da consciência, a fim de ampliar compreensão acerca das inter-relações conscienciais, programação existencial (proéxis) e melhorar qualificação evolutiva. A metodologia utilizada concentrou-se na aplicação de 9 técnicas. Os dados foram coletados através de registro, no período de 18 meses, a partir de estudos diários, técnicas projetivas e vivências da autora. Os mesmo foram divididos em relatos projetivos (Projeciografia) e experiências em vigília física ordinária, analisados através das abordagens quantitativas e qualitativas, sendo avaliados: fenômenos parapsíquicos, contexto extrafísico da projeção e recuperação de cons. Concluiu-se, através dos experimentos, um o descortinamento das pararrealidades pessoais, gerando reflexões e reciclagens, ampliando a lucidez consciencial, e direcionando a consecução da maxiproéxis.
Homo Projector Helaine Solano Lima de Carvalho v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O artigo apresenta o constructo Disrupção Mentalsomática Parapsíquica, elaborado pelos a partir das análises e debates de vivências nas quais os autores conseguiram romper com o fluxo de pensenes negativos e estabelecer fluxo de autopensenização mentalsomática. As trocas de informações entre os 3 autores, as técnicas aplicadas e a conexão com a equipex, contribuiram para a autossuperação em contextos complexos e desafiadores da vida, fortalecendo a confiança no parapsiquismo pessoal, a ampliação da lucidez nas parapercepções e as reciclagens de pensenes antievolutivos e antagônicos à prática da interassistencialidade. Os autores concluem enfatizando a necessidade de valorizar e utilizar com maior propriedade, as paratecnologias pró-evolutivas nos momentos mais críticos da seriéxis.
Homo Projector Marco Antonio do Nascimento, Iara Manfrim, Rita Solange Rigo v. 06 n. 02 - JUL/DEZ – 2019 (2019-07)
O artigo registra as vivências parapsíquicas da autora entre os meses de março a dezembro de 2017, na Dinâmica da Clarividência Facial, realizada no Centro Educacional de Autopesquisa (CEA), em Florianópolis (SC). Aborda as autoexperimentações nos acoplamentos de interfusão energética realizados entre a autora e coadjutores nas práticas regulares da dinâmica. A hipótese autopesquisística consistiu que a taxologia parafenomenológica configuraria valiosíssimo instrumento de captação ideativa das realidades intra e extrafísica, ampliando o potencial intelectivo parapsíquico. Para tanto, a autora lista, em ordem alfabética, 43 fenômenos psíquicos, classificados em 5 grupos em ordem funcional sob a ótica da especialidade Parapercepciologia. A taxologia dos parafenômenos configurou afilamento ao nível de apreensibilidade quanto aos achados parapesquisistícos.
Homo Projector Marlene Comiotto v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 2 (2018-07)
O livro “Muitas Vozes” é a tradução da autobiografia de Eileen J. Garret. A obra expõe a trajetória, experiências e ideias que nortearam sua própria vida na condição de médium de transe, assistente e pesquisadora, com criticidade e lealdade aos próprios princípios existenciais. A publicação detalha as inúmeras investigações paranormais as quais se submeteu e traça breve perfil das diversas personalidades com os quais trabalhou na realização dessas pesquisas.
Homo Projector Nilzabete Corrêa da Silva v. 04 n. 02 - JUL/DEZ – 2017 (2017-07)
A cidade de São Francisco, nos EUA, é o palco do filme E Se Fosse Verdade, onde uma médica, recém-formada, residente de um hospital, sofre acidente automobilístico e permanece em coma por vários dias. O destaque para este enredo é o fato de esta consciência se manifestar e interagir com outra conscin, o homem que alugou o apartamento onde ela morava. Ele escolheu este imóvel por julgá-lo tranquilo e pensar que lhe traria calmaria, mas ela constantemente retorna àquele local. Inicialmente o jovem considerou as aparições dela tratarem-se de pessoa morta, ainda sem aceitar o fato, e tentou ajudá-la a entender e a “fazer a passagem”. Desta forma eles tornam-se amigos, se envolvem intimamente e se ajudam cada qual com suas dificuldades de vida. O desenrolar do filme apresenta diversos parafenômenos, mudança de paradigma e evidencia ser a falta de conhecimento multidimensional fator dificultador da percepção mais ampla da realidade.
Homo Projector Melissa Wisnieski v. 04 n. 02 - JUL/DEZ – 2017 (2017-07)
A troca de conhecimento em sala de aula é uma forma de dar continuidade na obtenção de novas informações. Os recursos parapedagógicos são meios multidimensio nais que servem para alcançar um determinado objetivo antes, durante e depois da aula ministrada. A parapedagogia aborda o processo pedagógico de forma integral, ho lossomática, multidimensional e multiexistencial. A erudição é o ato da consciência obter conhecimento, cultura variada, instrução, adquirido através da leitura e da vivência. O parapsiquismo é de grande relevância para a consciência saber atuar do modo certo e na hora certa. A erudição associada ao parapsiquismo auxilia na interassistencialidade lúcida e cosmoética, pois através do conhecimento especializado em determinado assunto pode haver esclarecimento do público intrafísico e extrafísico no momento certo. Este artigo tem por objetivo apresentar recursos parapedagógicos estudados e aplicados pela autora, auxiliando assim os professores de Conscienciologia interessados em qualificar seus estudos e desenvolver a erudição parapsíquica.
Parapedagogia Lucimara Ribas Frederico ANO 7, NÚMERO 7, OUTUBRO DE 2017 (2017)
Descobrir o que pode estar dificultando a mudança de patamar evolutivo nem sempre é fácil. Sua não identificação paralisa, pois se não há nada a ser trabalhado, seja positivo ou negativo, não há mudança possível. O presente artigo tem objetivo de apresentar a trajetória da autora, desde a dificuldade em identificar o motivo da estagnação do desenvolvimento parapsíquico, até o processo de superação. Para tanto, utilizou ferramentas de autoavaliação e autoenfrentamento, resultando na descoberta de interprisão grupocármica e na consequente reconciliação. Além disso, a superação gerou sentimentos de alívio, liberdade, aporte energético e autoconfiança.
Homo Projector Juliana Puppin v. 03 n. 01 - JAN/JUN – 2016 (2016-01)
Aula, em Conscienciologia, é tarefa executada por equipe intra e extrafísica em que um dos principais objetivos é trazer à tona lembranças do compromisso evolutivo assumido no período intermissivo, e ao seu cumprimento, promover o completismo. Este artigo busca realçar a importância do trabalho assistencial executado pelo grupo de assistentes de cursos, chamados na ASSIPEC - Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia, de grupo de sustentabilidade de campo energético ou ainda, grupo de apoio, grupo cuja ação favorece a realização da proéxis grupal quanto à tares. A metodologia empregada refere-se a observações construídas pela autora, como voluntária da referida Instituição, durante o período de 2006 a 2010, em que atuou como parte da equipe de apoio e sustentabilidade de campo e também, observações efetuadas sobre a equipe respectiva, como docente, a partir de 2010. A autora apresenta atitudes qualificadoras da tarefa e relata trafores desenvolvidos por ela enquanto pertencente ao grupo de apoio. Conclui que um grupo de apoio harmônico facilita o completismo relativo à docência em Conscienciologia.
Parapedagogia Maria Cristina Ritter Mazzini ANO 6, NÚMERO 6, OUTUBRO DE 2016 (2016)
Este artigo aborda a temática do desenvolvimento energético e parapsíquico, e o papel do autoesforço como meio para desenvolvê-los. Contém breve discussão sobre a importância do domínio energético e parapsíquico para a autoevolução, e como ferramentas para a interassistência. Também apresenta a técnica de 40 estados vibracionais diários, estratégias para sua implementação e a relação entre as reciclagens intraconscienciais e a profundidade dos trabalhos energéticos. Por fim, discute sobre a experimentação do autor com a técnica e os resultados obtidos em dois meses e meio de sua utilização.
Homo Projector Márcio César v. 02 n. 02 - JUL/DEZ – 2015 (2015-07)
Esta biografia sobre Agostinho de Hipona, também conhecido por Santo Agostinho, enfoca suas principais contribuições intelectuais e educacionais. Ela aborda, também, alguns fenômenos parapsíquicos vivenciados por ele, que contribuíram para a formação de sua visão de mundo, e casos de comunicação entre “mortos e vivos” que chamaram sua atenção, inclusive com descrição de típica EQM (Experiência de Quase-morte). O trabalho foi elaborado a partir de pesquisa bibliográfica em obras de Agostinho, além de outras escritas sobre ele.
Homo Projector Maurício Salles v. 02 n. 02 - JUL/DEZ – 2015 (2015-07)
Este trabalho aborda o papel do autoesforço no desenvolvimento energético e parapsíquico. Ele discute a importância do domínio energético e parapsíquico para a autoevolução e sua condição de ferramenta para a interassistência. Apresenta, também, a técnica de 40 estados vibracionais diários, além de estratégias para implementação e resultados obtidos pelo autor ao experimentá-la. Mostra, por fim, a relação entre a profundidade dos trabalhos energéticos e as reciclagens intraconscienciais.
Homo Projector Márcio da Silva César v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)
O trabalho propõe o desenvolvimento do dicionário cerebral parapsíquico iniciando pela teoria e buscando ampliar a teática das vivências com as bioenergias e parafenômenos. O parapercipiente identifica as habilidades parapsíquicas e, quando estuda e anota as experiências, amplia o neuroléxico parapsíquico. Concluindo, as ações para formar o dicionário cerebral parapsíquico torna a conscin mais acessível para os amparadores, ao mesmo tempo fica mais lúcida para a condição de consciex no intrafísico, facilitando a lucidez extrafísica.
Homo Projector Michelle Pontes v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)
Este artigo tem por objetivo mostrar a autocientificidade aplicada à Autopesquisologia com o intuito de não tornar místicas as experiências parapsíquicas.Trata-se de aprender a utilizar cientificamente este recurso indispensável para a evolução da consciência. A aplicação da Experimentologia no dia-a-dia com discernimento e criticidade é um modo de atuação da autocientificidade na prática. Para atingir tal objetivo, um algoritmo autopesquisístico experimental é apresentado.
Interparadigmas Adriana Kauati Ano 2 - N. 2: Parapercepciologia (2014)
Este artigo objetiva trazer reflexões e levantar questionamentos sobre o que estamos denominando fazer parapedagógico - quarta etapa do Ciclo de Qualificação da Práxis Parapedagógica, conceito que a Reaprendentia utiliza em seu Curso para Formação de Professores de Conscienciologia (ano-base: 2013). O fazer parapedagógico refere-se ao processo de parapreceptoria em que há contato dos amparadores de função e da própria equipe extrafísica com professores e alunos nas aulas de Conscienciologia ministradas por professores ativos ou em formação. Trata-se de constructo já vivenciado por muitos professores veteranos, porém ainda pouco estudado. No presente texto, refletimos sobre sua natureza parapsíquica, sua aplicabilidade, os fenômenos presentes, suas repercussões e desdobramentos decorrentes dessa etapa. Debatemos ainda a importância da identificação, interpretação e uso autoconsciente das mensagens e insights trazidos pelos amparadores ao corpo docente com o objetivo principal de esclarecer o corpo discente da forma mais pontual e interassistencial possível: o que estamos chaman do de transposição paradidática. Por fim, propomos questionamentos que nos ajudem a ampliar nossa compreensão e utilização cosmoética e autolúcida do conceito principal deste artigo. Concluímos sugerindo uma reflexão aberta e questionadora sobre a precisão neologística da expressão composta fazer parapedagógico. Em uma breve explanação , podemos dizer que: (1) os conteúdos referem-se aos conhecimentos (sejam eles formais ou informais), as vivências e reflexões do professor de Conscienciologia; (2) a transposição didática estuda a melhor maneira de o professor promover a recuperação e/ou construção do conteúdo da aula com os alunos; (3) a interação com o campo energético parapedagógico permite ao professor perceber a dinâmica do campo instalado em sala, suas inter-relações e repercussões; 1 Para mais detalhes sobre o Ciclo, favor ler artigo do mesmo autor neste número da Revista de Parapedagogia. ALVES, Hegrisson. Fazer Parapedagógico: Parapreceptoria na Docência Conscienciológica. 31-39
Parapedagogia Hegrisson Alves ANO 3, NÚMERO 3, OUTUBRO DE 2013 (2013)
Este artigo visa demonstrar que a autoconsciencioterapia, aplicada de maneira técnica e com o uso do parapsiquismo cosmoético, pode ampliar o autoconhecimento. As ferramentas de pesquisa utilizadas foram os atendimen tos consciencioterápicos, a autoconsciencioterapia contínua, a participação em cursos de Conscienciologia, pesquisas bibliográficas e tenepes. A auto in vestigação, o autodiagnóstico, o autoenfrentamento e a autossuperação fo ram exem pli fi cadas através da vivência pessoal. A autora conclui que a autoevolução pode ser acelerada com o uso do parapsiquismo, pois o mesmo amplia a visão de conjunto, mostrando uma realidade intra e extrafísica mais abrangente.
Saúde Consciencial Patricia Wetzel Ano 1, N. 1, Setembro, 2012 (2012-09)
Este artigo apresenta o resultado de observações pessoais sobre fenômenos parapsíquicos vivenciados durante o período da pré-aula de Conscienciologia. Os dados da pesquisa foram obtidos através da utilização do método qualitativo da auto-observação, sob viés do paradigma consciencial, com anotações em agenda parapsíquica específica. A partir desse registro foi possível identificar e qualificar as percepções parapsíquicas numa prospectiva da tares. Para isso, a releitura reflexiva periódica das anotações colaborou para melhor compreensão dos fatos e parafatos na pré-aula. Uma das conclusões dessa pesquisa é que, se focarmos no corpo discente e paradiscente da aula conscienciológica (docência focada no aluno) com predisposição à intercomunicação multidimensional junto aos amparadores, há otimização dos fenômenos parapsíquicos pessoais mais afinizados com a meta tarística a ser realizada - auto-herança parapsíquica (Vieira, 2011). Observei também que as anotações sistemáticas favorecem a expansão da preparação da aula para além do conteúdo e contribuem para autoconfiança docente dando ao professor competência para mais autodesassédio e heterodesassédio.
Parapedagogia Adriana Rocha ANO 1, NÚMERO 1, OUTUBRO DE 2011 (2011-10)