O artigo descreve o emprego da autossustentabilidade energossomática
e da assistência inegoica no autenfrentamento da autoinsegurança,
com vistas ao desenvolvimento do abertismo interassistencial.
Quanto ao autodiagnóstico, a autora identificou a existência de dois
mecanismos nosográficos principais: a imaturidade afetiva e o senso de
autodesproteção existencial, acrescidos pela baixa habilidade social.
O texto traz, ainda, a elaboração do mecanismo de funcionamento homeostático
almejado e tabela comparativa entre trafares e trafores. Na
paraterapêutica, foram utilizadas duas técnicas autoconsciencioterápicas
– Top da Automaturidade e Neoconcepção Autoconsciencial –, além do
acompanhamento de listagem de indicadores de autossuperação. A metodologia
empregada foi a reunião de anotações provenientes de atendimentos
consciencioterápicos na condição de evoluciente, no movimento
autoconsciencioterápico ocorrido durante o Curso para Formação
do Consciencioterapeuta (CFC) e na revisão bibliográfica da literatura
conscienciológica sobre os temas. Concluiu-se que o fechadismo afetivo
e energético decorrente da insegurança é processo passível de ser
revertido a partir da assunção de neoego assistencial e do autodomínio
energético.
Conscientiotherapia Christina Nogueira Aragão Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
O autoparadigma é a forma de pensar, sentir, perceber, interpretar, agir
e responder em determinado momento evolutivo de cada consciência. O presente artigo
explana a autoconsciencioterapia aplicada à transição do autodogmatismo à autoparacientificidade.
Para isso, foram coletados dados autopesquisísticos desde 2016, ano de ingresso
nos estudos da Conscienciologia. Com a mudança para Foz do Iguaçu, PR, para
aprofundamento pesquisístico nessa Ciência, a autora identificou estar em crise de crescimento,
cuja paraetiologia era o conflito autoparadigmático, sustentado pelo afeto deslocado,
ou síndrome da ectopia afetiva. A autoparaterapêutica realizada teve por base
4 premissas da paracientificidade a autexperimentação, o autoparapsiquismo, a autorreflexão
e o autodiscernimento construindo neocognições sobre afetividade, amizade,
assistência, comunicação, liberdade e liderança, por exemplo. Os indicadores de autossuperação
auxiliaram no monitoramento da transição, valorizando as viradas de chave
e reforçando as necessidades autevolutivas. O fluxo proexológico pessoal foi indicador
central e efeito homeostático do andamento e aprofundamento da autoconsciencioterapia.
Conscientiotherapia Ludmilla Alkmim Ano 11, N. 12, Setembro, 2022 (2022-09)
A identificação dos gargalos afetivos e a percepção do potencial de embotamento consciencial decorrente podem levar a conscin lúcida a buscar enfrentar tais impasses evolutivos. O objetivo deste trabalho é compartilhar a experiência da autora na constatação da prioridade recinológica do atual momento evolutivo, no desenvolvimento da afetividade madura com o grupocarma mais próximo e os resultados positivos advindos. A metodologia utilizada foi a análise do laboratório consciencial da autora, juntamente à vivência na condição de evoluciente, no período de 2 de setembro de 2019 a 3 de fevereiro de 2020, na consciencioterapia regular. Foi observada a importância do aprofundamento dos laços afetivos, principalmente em se tratando do parceiro afetivo-sexual e da família nuclear, e o incremento gerado por esta iniciativa à harmonia intraconsciencial e à capacidade assistencial pessoal.
Conscientiotherapia Monyque Trindade Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)
O presente artigo aborda o conjunto de sintomas que caracterizam a síndrome do abandono (SA), manifestados na relação afetiva, incluindo por exemplo, comportamentos reivindicatórios, absolutistas, e a demonstração de desconfiança, intensificados pela agressividade, autovitimização e atos de retaliação. Este trabalho é resultado de extensa pesquisa bibliográfica, e de auto e hetero-observação ao longo de três anos. Foi estruturado com base nas 4 etapas da autoconsciencioterapia: na autoinvestigação estão listados os sintomas característicos da SA; no autodiagnóstico, são levantadas hipóteses de suas possíveis causas; no autoenfrentamento, dividido em duas fases, leva em consideração o aumento da autoconscientização da patologia e as reciclagens intraconscienciais; na autossuperação são apresentadas reflexões sobre o exercício contínuo da autorreeducação pensênica.
Conscientiotherapia Tenile Vicenzi Ano 8, N. 9, Setembro, 2019 (2019-09)
Este trabalho objetiva descrever o processo autoconsciencioterápico de autossuperação do trinômio exigência-indiferença-permissividade, cujo sinergismo nosográfico sustenta o envolvimento anticosmoético egoico. Foram utilizadas técnicas ao longo do ciclo autoconsciencioterápico, cujos efeitos conscienciais levaram à identificação de 3 holopensenes pessoais característicos: a ingratidão, o indiferentismo e o acumpliciamento. O autodiagnóstico englobou a sistematização parafisiopatológica do pertúrbio afetivo em questão em 3 modus operandi, a saber: (1) modo exigente ou escravagista; (2) modo de segurança ou protegido; e (3) modo compreensiva ou permissiva. A paraterapêutica autoadministrada como remédio foi a vivência da gratidão, da interassistência e da autocosmoética, buscando alcançar neopatamar homeostático na construção de relações interconscienciais pautadas no envolvimento cosmoético interassistencial com base em 2 trinômios cosmoéticos: engajamento-envolvimento-entrega e concessão-limite-renúncia.
Conscientiotherapia Karine Brito Ano 8, N. 8, Setembro, 2019 (2019)
O presente artigo apresenta as reciclagens da autora no contexto grupocármico, as quais resultaram em mudanças de postura e de conduta nas relações interpessoais, no âmbito familiar e profissional, decorrentes do investimento na sistematização da autopesquisa. A autora expõe as experiências pessoais que desencadearam a necessidade de transformação íntima e as técnicas utilizadas para realização de reciclagens que melhoraram a qualidade da relação afetiva consigo mesma e com os componentes do grupocarma.
Homo Projector Teresa Monteiro v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 2 (2018-07)
Este artigo objetiva descrever a técnica da maternagem consciencioterápica a ser utilizada no consultorium consciencioterápico. A pesquisa foi fundamentada em observações e aplicações da técnica pela autora e colegas consciencioterapeutas durante atendimentos consciencioterápicos. Verificou-se que a técnica da maternagem consciencioterápica viabiliza a formação de campo energético propício ao abertismo e autoexpressão do evoluciente, podendo ser ferramenta consciencioterápica eficaz quando o evoluciente necessitar de maior apoio emocional e energético em qualquer das 4 fases da autoconsciencioterapia.
Conscientiotherapia Ermania Ribeiro Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
Este artigo objetiva compreender a manifestação da autossujeição na relação afetivo-sexual e apresentar técnicas autoconsciencioterápicas utilizadas pela autora na busca da remissão desta patologia. A metodologia da pesquisa está fundamentada no Paradigma Consciencial, na revisão bibliográfica sobre dupla evolutiva e no levantamento de dados da autoconsciencioterapia da autora. O artigo está estruturado em duas seções: I. Relação afetivo-sexual e II. Autoconsciencioterapia. Conclui-se que a autocura da parapatologia da autossujeição na relação afetivo-sexual requer despojamento para o autoenfrentamento das posturas anacrônicas e investimento no relacionamento íntimo saudável através da aplicação da técnica da dupla evolutiva para promoção da autossuperação com foco no exercício do binômio admiração-discordância.
Conscientiotherapia Ermania Ribeiro Ano 5, N. 5, Setembro, 2016 (2016-09)
Este artigo tem por objetivo evidenciar as reciclagens pessoais do autor, no período de 2012 a 2014, para melhoria de posturas íntimas no trabalho, na família e no cotidiano. Utiliza-se para tal 8 técnicas para identificação e superação de necessidades emergenciais de desbloqueios energéticos e imaturidades, expondo o labcon do autor com adoção de novo nível pensênico, visando o alcance de maior pacificação íntima e relacionamentos afetivos sadios. Enquanto resultados o autor expõe as novas capacidades assistenciais utilizand2o os múltiplos veículos de manifestação da consciência, e conclui relacionando o impacto da pacificação íntima no aumento da qualidade de vida, em especial quanto ao convívio grupocármico.
Homo Projector Luciano Régnier v. 02 n. 01 - JAN/JUN – 2015 (2015-01)
A carência afetiva é condição ainda comum na média da população humana adulta. O objetivo desse artigo é explicitar, fundamentado nas etapas da Autoconsciencioterapia, o mecanismo de funcionamento consciencial que pode gerar tal estado emocional e apresentar técnicas autoaplicáveis capazes de promover o alívio ou remissão dessa patologia. Concluiu-se, a partir das pesquisas realizadas, ser a carência afetiva sintoma do egocentrismo vitimizado, sendo a autodoação interassistencial lúcida a paraterapêutica mais indicada nesse caso.
Saúde Consciencial Luziânia Medeiros Ano 2, N. 2, Setembro, 2013 (2013-09)
Este artigo visa demonstrar que a autoconsciencioterapia, aplicada de maneira técnica e com o uso do parapsiquismo cosmoético, pode ampliar o autoconhecimento. As ferramentas de pesquisa utilizadas foram os atendimen tos consciencioterápicos, a autoconsciencioterapia contínua, a participação em cursos de Conscienciologia, pesquisas bibliográficas e tenepes. A auto in vestigação, o autodiagnóstico, o autoenfrentamento e a autossuperação fo ram exem pli fi cadas através da vivência pessoal. A autora conclui que a autoevolução pode ser acelerada com o uso do parapsiquismo, pois o mesmo amplia a visão de conjunto, mostrando uma realidade intra e extrafísica mais abrangente.
Saúde Consciencial Patricia Wetzel Ano 1, N. 1, Setembro, 2012 (2012-09)