Este artigo iniciou com a autopesquisa da autora, a fim de melhor entender os próprios mecanismos
intraconscienciais de funcionamento, considerando o cenário intrafamiliar ao modo de câmara de auto
e heteranálise, oportunizado de identificação de padrões grupocármicos patológicos. O trabalho intenso
para reciclar a carência afetiva, autodiagnosticada pela autora como seu nó górdio, permitiu que o trauma
geracional submergisse, abrindo novas frentes de autopesquisa. O heredograma familiar, com o histórico
mais impactante de cada membro, iniciando com os avós, a autora consegue notar a rejeição e o abandono como traumas que se tornam a repetir de geração em geração, origem da carência afetiva. A elucidação quanto a repetição da patologia do grupo fomentou a responsabilidade na autora em romper com este padrão em prol das futuras gerações que estão por vir e o compromisso com a autevolução. A conexão com a história dos pais, a compreensão quanto as dores, medos e dificuldades, libertou a autora de suas reivindicações imaturas.
Homo Ressomaticus Tatiana Petersen Ano 2, N. 2 - 2024 (2024-08)
As autoras, pesquisadoras do Colégio Invisível da Ressomatologia e voluntárias da Associação Internacional de Ressomatologia e Infanciologia (EVOLUCIN), motivaram-se com o objetivo de realizar uma compilação de marcos e publicações, de modo não exaustivo, da especialidade. Os métodos utilizados foram a pesquisa bibliográfica conscienciológica e a discussão oriunda das reuniões do colégio. Os achados da pesquisa demonstram a relevância do estudo dos períodos da pré-ressoma, neorresoma e pós-ressoma, encontrando-se a especialidade em estágio inicial de desenvolvimento, buscando seguir a passos largos para o estágio avançado.
O artigo reúne casuísticas das autopesquisadoras com enfoque no acolhimento
ressomático, visando a reflexão para a qualificação constante dessa atuação
na condição de minipeças do maximecanismo multidimensional interassistencial.
As ideias centrais relatadas e analisadas nas casuísticas, com apoio em bibliografia
pertinente, incluem: experiência retrocognitiva para assunção da maternidade com
pacificação íntima; atuação interassistencial junto a neonatos prematuros; recorrência
de eventos projeciológicos indicando interassistência pelo acolhimento holopensênico;
responsabilidade interassistencial no acolhimento de crianças autistas, didática para
interassistência junto a crianças com necessidades especiais.
Conscienciologia Aplicada Andreza Munaretti, Flávia Cardoso, Alane Wires, Tatiana Petersen, Cilene Gomes Ano 23 - N. 16 - 2023 (2023)
O propósito do presente artigo é compartilhar as vivências da autora sobre o tema maternidade antes e depois do paradigma consciencial. A aplicabilidade diária do novo paradigma exigiu e exige ainda, uma completa reeducação pensênica na forma de vivenciar a intrafisicalidade. Esta releitura da realidade, coloca em xeque valores e pseudoganhos, tornando as reciclagens indispensáveis. Estas geram marolas pelo exemplarismo e seus efeitos recaem diretamente dentro do grupocarma. O arcabouço de reflexão e análise deste trabalho extrapola o meramente conceito de mãe e maternidade, segundo os preceitos do senso comum, e estende-se a questão de valores, reeducação, recomposição e evolução sob a ótica da Conscienciologia. Através de uma retrospectiva pessoal relevante à temática, pode notar mudanças em sua manifestação e sua repercussão na educação de seus filhos, um constante processo de Interassistência Evolutiva.
Homo Ressomaticus Tatiana Petersen Ano 1, N. 1 - 2022 (2022-11)