Com o intuito de aprofundar na pesquisa intraconsciencial e superar gargalos
evolutivos, a autora descreve sua experiência consciencioterápica na identificação
das manifestações de autassédio pelo mecanismo disfuncional da autocriticidade, e sua
condição dificultadora das autorreciclagens. O método de autopesquisa deu-se através
dos registros pessoais dos atendimentos consciencioterápicos, pelo levantamento bibliográfico
sobre a temática dos autodiagnósticos e, pela correlação destes, com os traços
fardos (trafares), a fim de identificar o mecanismo de funcionamento pessoal. Concluise
que apesar de estar na fase de autossuperação da autocriticidade excessiva, já é possível
perceber diferenças comportamentais, demonstrando o processo inicial da autorreciclagem
sobre esse mecanismo.
Conscientiotherapia Paula Nogara Ano 10, N. 11, Setembro, 2021 (2021-09-11)
O presente artigo visa discutir aspectos práticos sobre o autodiagnóstico e autocientificidade, visando à identificação e terapêutica de erros diagnósticos. Descreve a parassemiologia da autocientificidade do autor, contendo dois relatos autopesquisísticos que ilustram erros diagnósticos de traços de manifestação, a análise da autoimagem e dos mecanismos de defesa do ego relacionados e abordagem autoconsciencioterápica utilizada para chegar ao diagnóstico correto. Finaliza com o enfoque na importância da autocrítica para a acurácia da parassemiologia pessoal, e com a proposição da continuidade da autopesquisa e autoconsciencioterapia guiadas por evidências factuais para a ampliação do campo de estudo proposto.
Conscientiotherapia Guilherme Ribeiro Matos Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)