Este artigo compartilha vivências envolvendo a autora e estudo da obra e personalidade
de Victor Frankl (1905-1997), psiquiatra austríaco/judeu, sobrevivente dos
campos de concentração da Segunda Guerra Mundial, apresentando análise do exemplarismo teático no heteroperdoamento e antivitimização. A metodologia para a elaboração do artigo contempla a correlação de fatos relatados por Frankl no livro Em busca de sentido, de Frankl, e a terapêutica do traço da autovitimização, de Machado (2007), ao conceito de proéxis. Foram cotejadas, também, a personalidade autovitimizadora e o Homo sapiens serenissimus. Tais intersecções envolveram bibliografias da Conscienciologia e vivências parapsíquicas da autora. Concluindo as reflexões, apresenta a atual perspectiva do traço ainda em remissão diante do cenário mundial de reurbanização extrafísica, recaídas e autoprescrições de resiliência para a retomada do trabalho de autorreciclagem.
Conscienciologia Aplicada Sirlene Filisberto Ano 23 - N. 16 - 2023 (2023)
O objetivo deste artigo é apresentar reflexões da autora sobre o significado do perdão e descrever de que modo as autovivências perdoadoras ajudaram na conquista de maiores patamares de pacificação íntima. A metodologia aplicada constituiu de autopesquisa com registros diários, reflexões e autoexperimentações parafenomenológicas ocorridas no período de 2012 a 2015. Conclui-se que o perdão envolve a postura responsável para com os próprios sentimentos e proporciona a revisão de posicionamentos cosmoéticos coerentes com a dinâmica evolutiva, acarretando melhoria no estado de pacificação íntima pela simples sensação de estar de bem consigo.
Homo Projector Alessandra Nascimento v. 02 n. 01 - JAN/JUN – 2015 (2015-01)