Este autor, a partir da autoconsciencioterapia, identificou atitudes que o incomodavam,
cuja base era o medo de ser rejeitado e criticado, levando-o a abdicar de
seu posicionamento e a arcar com as consequências antievolutivas de tal comportamento.
A manutenção de tais traços e atitudes o impediam de ser autêntico em suas decisões;
interassistencial ao público-alvo pessoal; e assumir a proéxis. Optou por promover
autenfrentamentos e recins e compartilhar sua experiência, visando a assistir as consciências
interessadas na superação do apego à autoimagem e de traços correlacionados.