O Atendimento Projecioterápico (AP) é a nova modalidade
assistencial da Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC),
fundamentada na aplicação das técnicas da Projecioterapeuticologia.
Este artigo apresenta o histórico de implementação do AP, a estrutura
adotada, os ajustes realizados e os relatos de experiência da equipe de
projecioterapeutas e dos evolucientes no primeiro ano de funcionamento.
Foram realizados, nesse primeiro ano, 106 atendimentos, incluindo sessões
pontuais e intensivas, nas unidades de Foz do Iguaçu e São Paulo.
A metodologia foi a utilização dos registros das experimentações, das
avaliações e dos balanços grupais realizados pela instituição. Os dados
sugerem benefícios interassistenciais relevantes, notadamente no campo
bioenergético específico, nas manifestações projetivas e no aprofundamento
do parapsiquismo. O texto também discute desafios e potencialidades
da técnica, propondo continuidade dos estudos e a construção de
laboratório especializado.
Conscientiotherapia Patrícia Pandolfo, Juliana Remedios, Carina Freire, Luísa Consciência, Maximiliano Haymann, Gelson Oliveira, Ermania Ribeiro, Gabriel Lara, Guilherme Ribeiro, Christovão Peres Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
Este artigo tem por objetivo apresentar a autovivência sobre o mecanismo de desconstrução da mágoa através da técnica da autoaplicação grafoconsciencioterápica. A metodologia utilizada inclui pesquisa bibliográfica e o relato da autoexperiência na modalidade consciencioterápica intensiva, a que se submeteu a autora, na Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC). O estudo de casos evidencia-se pelo método comparativo: diferenças (contraponto) e semelhanças (convergência). A autopesquisa desenvolvida possibilitou, além da autossuperação e profilaxia da mágoa, a preparação para a autoconsciencioterapia avançada. A partir dos resultados obtidos, conclui-se que a autoaplicação grafoconsciencioterápica é técnica eficaz para o autodesassédio e a ressignificação pensênica.
Conscientiotherapia Liege Trentin Ano 8, N. 9, Setembro, 2019 (2019-09)
Este artigo aborda a técnica do balanço autoconsciencioterápico como ferramenta terapêutica potencializadora do processo da consciencioterapia clínica oferecida pela Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC). A metodologia de pesquisa teve como base o estudo de caso pessoal a partir de registros das vivências autopesquisísticas conduzidas durante o período de imersão de 4 dias na Cognópolis, em Foz do Iguaçu, para realização, na condição de evoluciente, de 5 atendimentos consciencioterápicos em 3 dias consecutivos, além de participação em 3 dinâmicas parapsíquicas, 1 laboratório e outros eventos conscienciológicos. Os resultados indicaram que o balanço autoconsciencioterápico auxiliou esta autora durante e após o processo intensivo em consciencioterapia, particularmente quanto à identificação dos autodiagnósticos e necessidades de reciclagens intraconscienciais, à proposição de autoprescrições de enfrentamento e ao planejamento e monitoramento destas ações para o autoalinhamento proexológico. O fato da autora ser intermissivista e tenepessista foi considerado um fator preponderante para a vivência da técnica do balanço autoconsciencioterápico, em função da recuperação de cons (unidades de lucidez), quanto aos compromissos assumidos no Curso Intermissivo (CI), e de diálogos mentais com seus amparadores da tenepes, dando suporte multidimensional às reciclagens evolutivas necessárias.
Conscientiotherapia Lygia Maria Decker Ano 7, N. 7, Setembro, 2018 (2018-09)
vivências autopesquisísticas
paraterapêutica
ferramenta consciencioterapêutica
Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC)