Uma das conquistas mais desafiadoras ao docente de Conscienciologia se refere à instalação do campo de energias conscienciais de modo lúcido e assistencial. O professor epicentro é o responsável principal pela interação com este campo e por manter a homeostase em sala de aula, mesmo em situações de intensa assistência a consciências doentes. O objetivo deste artigo é trazer questionamentos e reflexões sobre conceitos que envolvem o Campo Energético Parapedagógico e o papel de cada consciência envolvida em uma aula de Conscienciologia. A metodologia utilizada, de cunho qualitativo, parte da autoexperimentação da autora e de pesquisa bibliográfica da literatura conscienciológica sobre o tema. Busca-se trazer um diálogo sobre a responsabilidade do docente enquanto epicentro para a tares e desta enquanto interdependente da autorreeducação consciencial do docente. Os resultados demonstram que é necessário não só dedicação na aquisição de conteúdos, mas também o desenvolvimento de atributos como o despojamento, a autenticidade, o abertismo consciencial e o exemplarismo pessoal do docente.
Parapedagogia Ana Cristina Zuccaro Wajsman ANO 9, NÚMERO 9, OUTUBRO DE 2019 (2019-10)